Impressões
a respeito da experiência vivenciada em 21 de janeiro de 2017, com
Joalano Paulino, Marina Leite, Ruth Ariele e Mikeias Bruno.
O
Coletivo me proporciona aconchego e proteção. Tocar o corpo de
semelhantes, não especificamente um corpo feminino ou masculino.O corpo
como morada da energia vital. Qeu flui, expande e volta, e sempre volta
diferente.Em alguns momentos deixar-se levar pelo movimento do outro, de
repente, induzir, sugerir movimento ao outro. Esse outro se confunde
conosco,uma energia nos funde. Mas existe a necessidade da solidão, da
individualidade. Que também passa. Porque o absoluto é vazio. Não tem
respostas. Influênciamos e somos influênciados nessa troca, muito mais
energética do que física. Isso nos faz crescer. Desperta questionamentos
a respeito do nosso próprio ser.E desperta a busca de si mesmo.Para
sentir é preciso se despir de tabus,desconstruir as máscaras impostas
pelo social. Tarefa particularmente complicada. O maior desafio é
mostrar-se, expor-se sem nenhum personágem. Onde fica o limite do meu corpo? Onde começa? Onde termina? Somos parte de um organismo? Somos peças de um quebra cabeça? O
que nos faz fortemente ligados a certas pessoas? Afinidade? ou somos
parte de um todo? E esse todo é absoluto? Ou existem outros?
Impressões a respeito da experiência vivenciada em 21 de janeiro de 2017, com Joalano Paulino, Marina Leite, Ruth Ariele e Mikeias Bruno.
O Coletivo me proporciona aconchego e proteção. Tocar o corpo de semelhantes, não especificamente um corpo feminino ou masculino.O corpo como morada da energia vital. Qeu flui, expande e volta, e sempre volta diferente.Em alguns momentos deixar-se levar pelo movimento do outro, de repente, induzir, sugerir movimento ao outro. Esse outro se confunde conosco,uma energia nos funde. Mas existe a necessidade da solidão, da individualidade. Que também passa. Porque o absoluto é vazio. Não tem respostas. Influênciamos e somos influênciados nessa troca, muito mais energética do que física. Isso nos faz crescer. Desperta questionamentos a respeito do nosso próprio ser.E desperta a busca de si mesmo.Para sentir é preciso se despir de tabus,desconstruir as máscaras impostas pelo social. Tarefa particularmente complicada. O maior desafio é mostrar-se, expor-se sem nenhum personágem.
Onde fica o limite do meu corpo?
Onde começa?
Onde termina?
Somos parte de um organismo?
Somos peças de um quebra cabeça?
O que nos faz fortemente ligados a certas pessoas? Afinidade? ou somos parte de um todo? E esse todo é absoluto? Ou existem outros?